A agência online Permuto Inc. elaborou uma pesquisa que mostra a relação de venda on/offline de produtos em várias categorias.
Os dados são do U.S. Census Bureau e considera-se e-commerce compras realizadas por catálogos, telefone e internet.
Categorias onde a compra online já supera a compra in store: livros, revistas, vestuário, eletrônicos, alimentos, cerveja, vinho, móveis, música, vÃdeo, material de escritório, artigos esportivos, brinquedos e jogos.
Quem gosta de listas de tendências vai se fartar com essa criada pela JWT intelligence. O relatório “100 things to watch in 2010″ traz um apanhado de diversos assuntos que devemos ficar atentos neste ano.
O eBaymontou na última quarta-feira em Nova York na 57th com a 5th uma exibição sobre tendências de compra para este final de ano. Elencou quatro grandes movimentos: “Retro Revival” (uma valorização de Ãtens vintage/usados num momento de restrição de consumo); “Eco Excellence” (uma orientação “verde” nas compras); “Savvy Splurging” (movimento de comprar menos coisas, de mais qualidade, que permitam o uso por várias temporadas e transcendam modismos) e “Shop Culture” (o consumo de bens culturais segue em alta). O PSFK esteve por lá e cobriu a exposição.
Aproximadamente 30% dos consumidores no mundo decidem qual marca irão comprar apenas quando estão dentro da loja.
O dado foi apurado em pesquisa sobre decisão do consumidor no ponto-de-venda, feita pela Ogilvy Action, braço de ativação de marcas do grupo Ogilvy. Foram ouvidos 14 mil consumidores em 28 paÃses, entre eles o Brasil.
Cerca de 67% tomam pelo menos uma decisão no ponto-de-venda que muda sua lista de compra feita em casa ou a intenção que tinham de comprar antes de entrar na loja. Cerca de 36% mudam a marca na hora da compra. Se a marca pretendida está fora de estoque, 24% compram outra marca. Fonte: Folha de São Paulo
A Disney quer expandir sua divisão dedicada a produtos e quer ser vista como marca de itens de luxo – roupas, móveis e jóias. Criou linhas próprias para isso – Disney Couture, para mulheres, e Bloc28, para homens. Ao contrário dos produtos que são bem conhecidos dos consumidores, vendidos nos parques temáticos ou nas Disney Stores, essas linhas têm pouca ou nenhuma referência aos personagens do estúdio. Segundo notÃcia do New York Times, em alguns casos, o consumidor só descobre que se trata de um produto da Disney quando vê a etiqueta. Roupas, móveis e outros itens que fazem parte destas linhas são caros, aparecem em revistas como Vogue e são vendidos em lojas de departamento para consumidores de poder aquisitivo mais elevado.