Posts com a tag ‘consumo’

O que as pessoas realmente estão comprando online

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A agência online Permuto Inc. elaborou uma pesquisa que mostra a relação de venda on/offline de produtos em várias categorias.

Os dados são do U.S. Census Bureau e considera-se e-commerce compras realizadas por catálogos, telefone e internet.

Categorias onde a compra online já supera a compra in store: livros, revistas, vestuário, eletrônicos, alimentos, cerveja, vinho, móveis, música, vídeo, material de escritório, artigos esportivos, brinquedos e jogos.

Via Coisa Semanal

100 coisas para se ver em 2010

Quem gosta de listas de tendências vai se fartar com essa criada pela JWT intelligence. O relatório “100 things to watch in 2010″ traz um apanhado de diversos assuntos que devemos ficar atentos neste ano.

Via Comunicadores

Shiseido – Digital Cosmetic Mirror

A marca de cosméticos japonesa Shiseido quer facilitar a escolha e estilo de maquiagem para suas clientes. É o que chamam de Digital Cosmetic Mirrors, que reconhece rostos e, através de realidade aumentada, aplica diferentes produtos da marca.

A aplicação ainda é capaz de definir o tipo de pele e contornos da face, criando uma recomendação automática para aquelas que estiverem em dúvida. Depois é só imprimir a lista, com as especificações e cores, e comprar.

Via Brainstorm #9

Seth Godin – palestra sobre Tribos e Liderança no TED

Confira esta palestra memorável do Seth Godin no TED. Certeiras as conexões sobre Tribos, Liderança e Mudanças:

A piscina era menor do que mostrava a caixa então foram para o YouTube – ou o consumidor 2.0

O americano Brennan Donnellan e os filhos compraram uma piscina de plástico na forma de jacaré atraídos pela foto na caixa do produto. O produto estava em liquidação na Kmart. Na imagem que está na caixa, 5 crianças brincam na piscina. Quando abriram a embalagem, descobriram uma piscininha, bem menor que o prometido. O que fazer? Donnellan e os filhos sao consumidores 2.0. Gravaram um vídeo para o YouTube e publicaram um post no blog de Donnellan contando a história toda e mostrando imagens para sustentar a reclamação. E mais – Donnellan manipulou uma foto dos filhos junto da piscina para mostrar as crianças em tamanho gigante e a piscina em miniatura. “Em lugar de diversao na água em um dia quente de verão, passamos o dia dentro de casa escrevendo essa história e aprendendo Photoshop. Meus filhos vão precisar desta habilidade se quiserem competir na nova economia global!” – ironiza Donnellan.

Via Adrants e Blue Bus

eBay – Retro Revival, Eco Excellence, Savvy Splurging e Shop Culture

eBay

eBay

O eBay montou na última quarta-feira em Nova York  na 57th com a 5th uma exibição sobre tendências de compra para este final de ano. Elencou quatro grandes movimentos: “Retro Revival” (uma valorização de ítens vintage/usados num momento de restrição de consumo); “Eco Excellence” (uma orientação “verde” nas compras); “Savvy Splurging” (movimento de comprar menos coisas, de mais qualidade, que permitam o uso por várias temporadas e transcendam modismos) e  “Shop Culture” (o consumo de bens culturais segue em alta). O PSFK esteve por lá e cobriu a exposição.

Tweetquero

Tweetquero

Quer conhecer mais sobre desejos de consumo? Então conheça o Tweetquero. O aplicativo registra desejos dos usuários do Twitter e separa para cada usuário tudo o que ele quer ganhar/comprar. Quem está por trás do desenvolvimento da ferramenta é a E.Life. Eles fazem monitoramento de marcas nas mídias sociais, descobrindo tudo que foi falado sobre um determinado assunto. Fique de olho.

Via Startupi

Perfil do consumidor de luxo no Brasil

Perfil do consumidor de luxo no Brasil

O consumidor de produtos e serviços de luxo no Brasil, ao contrário do que acontece em outros países emergentes, não compra marcas caras apenas para se exibir. Para 77% deles, luxo é uma recompensa pessoal e para 71% é puro prazer. Essa é uma das conclusões da pesquisa “Perfil do consumidor de luxo no Brasil”, cujos resultados foram apresentados pela Ipsos, em São Paulo. Segundo Karen Cavalcanti, coordenadora do estudo, outra característica que distingue os ricaços brasileiros dos demais é a associação do conceito de luxo a serviços como hotéis, viagens e restaurantes sofisticados, o que reforça a idéia de que, em nosso país, luxo não significa apenas ter o que os outros nao têm, mas principalmente viver experiências sensoriais diferenciadas.
Para quem tem dinheiro de verdade, charme e sofisticaçao têm pouca relação com marcas americanas. Esse punhado de gente endinheirada acredita que luxo mesmo é o que vem da Europa. Aliás, os segmentos onde o país de procedência do produto tem mais relevância são os de bebidas alcoólicas, automóveis, relógios e perfumes.
Curiosamente, apesar de toda a pompa e circunstância, os consumidores do luxo no Brasil também têm uma suspeitíssima intimidade com a realidade dos produtos piratas. Mais de 80% dos pesquisados conhecem alguém muito próximo que já comprou réplicas falsificadas de alguma marca de luxo. De acordo com Karen Cavalcanti, “alguém muito próximo” pode significar parentes, amigos ou até mesmo o próprio entrevistado. Prova de que o jeitinho brasileiro é mesmo democrático e permeia toda a nossa sociedade, sem distinção de credo, raça e classe social.
Fonte: Luiz Alberto Marinho, no Blue Bus

30% decidem marca dentro da loja

Aproximadamente 30% dos consumidores no mundo decidem qual marca irão comprar apenas quando estão dentro da loja.
O dado foi apurado em pesquisa sobre decisão do consumidor no ponto-de-venda, feita pela Ogilvy Action, braço de ativação de marcas do grupo Ogilvy. Foram ouvidos 14 mil consumidores em 28 países, entre eles o Brasil.
Cerca de 67% tomam pelo menos uma decisão no ponto-de-venda que muda sua lista de compra feita em casa ou a intenção que tinham de comprar antes de entrar na loja. Cerca de 36% mudam a marca na hora da compra. Se a marca pretendida está fora de estoque, 24% compram outra marca.
Fonte: Folha de São Paulo

Disney quer ser vista como marca de produtos de luxo

Disney

A Disney quer expandir sua divisão dedicada a produtos e quer ser vista como marca de itens de luxo – roupas, móveis e jóias. Criou linhas próprias para isso – Disney Couture, para mulheres, e Bloc28, para homens. Ao contrário dos produtos que são bem conhecidos dos consumidores, vendidos nos parques temáticos ou nas Disney Stores, essas linhas têm pouca ou nenhuma referência aos personagens do estúdio. Segundo notícia do New York Times, em alguns casos, o consumidor só descobre que se trata de um produto da Disney quando vê a etiqueta. Roupas, móveis e outros itens que fazem parte destas linhas são caros, aparecem em revistas como Vogue e são vendidos em lojas de departamento para consumidores de poder aquisitivo mais elevado.