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Penguin Books aposta na colaboração

Penguin Books

A colaboração chegou ao núcleo editorial infantil. A Pinguin Books, por exemplo, maior editora de livros do Reino Unido, acabou de lançar um projeto online chamado “We Make Stories“, focado em um público infantil (crianças de 6 a 11 anos de idade). Um forte apelo à precoce “Geração Conteúdo”. O site permite que os usuários criem e montem os seus próprios storybooks virtuais e historinhas personalizadas. Os pais podem registrar os filhos no site para facilitar o acesso das crianças. Em seguida elas podem começar a criar seus storybooks e compartilhar as historinhas com outros usuários. O site, que conta com um simpático layout e navegação simplificada, ainda faz uma seleção temporária dos melhores trabalhos criados pelos usuários. Sem dúvida, uma grande sacada.

Via AdCritic

Cannes 2009 - Os 23 finalistas de Titanium & Integrated

Veja aqui a lista completa dos 23 finalistas da competição Titanium & Integrated Lions.

Wieden+Kennedy, dos EUA - “Coraline”, para Laika

Ogilvy Toronto, do Canadá - “Body & Soul”, para Dove/Unilever

CumminsNitro, da Austrália - “The Best Job In The World”, para o Departamento de Turismo de Queensland

Heimat, da Alemanha - “The House Of Imatination”, para Hornbach Home Improvement Superstores

Comitê Obama for America, dos EUA - “Obama/Biden Presidential Campaign”, para a campanha de Barack Obama à presidência dos EUA

Crispin Porter + Bogusky, dos EUA - “You Got 30 Minutes”, para Domino’s Pizza

Crispin Porter + Bogusky, dos EUA - “Whopper Sacrifice”, para Burger King

Happy Soliers, da Austrália - “Zuji Beans”, para a companhia de viagens online Zuji

TBWA\Whybin\Tequila, da Nova Zelândia - “This is not  a Jersey / Adithread”, para Adidas

Colenso BBDO, da Nova Zelândia - “Treehouse Restaurant”, para Yellow/Business Directory

Droga5, dos EUA  - “The Great Schlep”, para Jewish Council for Education

Lowe Bull, da África do Sul - “Meet Wally’s Heart”, para Flora/Unilever

TBWA\Hunt\Lascaris, da África do Sul - “Trillion dollar Campaign”, para o jornal The Zimbabwean

Saatchi & Saatchi Londres, do Reino Unido - “Dance”, para T-Mobile

BBH New York, dos EUA - “Oasis Dig Out Your Soul”, para NYC&Co and Warner Brothers

Euro RSCG New York, dos EUA - “Most Interesting Man”, para cerveja Dos Equis/Heineken

Goodby Silverstein & Partners, dos EUA - “Snack Strong Productions”, para Doritos

Goodby Silverstein & Partners, dos EUA - “HD Loves HB”, para Haagen-Dazs

Goodby Silverstein & Partners, dos EUA - “Assurance”, para Hyundai

Goodby Silverstein & Partners, dos EUA - “There Can Only Be One”, para NBA

Goodby Silverstein & Partners, dos EUA - “The Now Network”, para Sprint

i.am CYclps Form New York, dos EUA - “Yes We Can Song”, para WILL.I.AM

Euro RSCG New York, dos EUA - “Atlantic Intergrated”, para revista Atlantic

Via CCSP

Google lança programa de publicidade para aplicativos mobile

Google AdSense for Mobile Applications

O Google lançou uma versão beta do AdSense destinada a aplicativos para iPhone ou celulares com o sistema Android. Até aqui, o programa AdSense exibia publicidade apenas em páginas da web. Com a novidade, os desenvolvedores podem integrar anúncios nos aplicativos e os anunciantes podem comprar, por exemplo, a partir de palavras-chave ou em função da localização geográfica do usuário.

Via InformationWeek

A TV e a internet no futuro

Cannes 2009

Quantos dias você conseguiria ficar sem assistir TV em troca de USD 300? A Razorfish fez esse teste e descobriu que, por essa quantia, os americanos aguentam apenas 2 dias longe da telinha. As fotos exibidas por Andrew Pimentel, diretor de planejamento da Razorfish, no seminário que fechou o primeiro dia em Cannes, eram hilariantes. Mostravam famílias privadas da TV jogando cartas, brincando de Banco Imobiliário ou ouvindo a mae tocar piano na sala, com cara de tédio total. Em compensaçao, no momento em que a TV voltava a ser permitida, os rostos demonstravam quase euforia. Diante dessa relação de intensa dependência, cabe anunciar que a TV agoniza?

A pesquisa mostrou que TV hoje está relacionada a relaxamento, aprendizado, consumo, escapismo e fantasia. Mas é basicamente uma experiência passiva. Isso provavelmente vai mudar com o tempo. No futuro, ela deve absorver conceitos da internet e será fortemente influenciada pelas redes sociais. Dessa forma, poderemos navegar pelos canais tradicionais, os mais populares, os mais assistidos e ainda conhecer os programas preferidos de celebridades ou de amigos. Será possível seguir a programaçao recomendada por algumas pessoas e trocar ideias com outras, em tempo real, sobre o que passa na TV. Isso significa, afinal, que a televisão se tornará mais pessoal, portátil, o conteúdo será mais controlado pelo usuário e os próprios telespectadores se tornarão canais que poderao ser acompanhados. Por outro lado, as emissoras e seus anunciantes saberão exatamente com quem estão falando e poderão interagir com essa gente em tempo real. A boa sacada da Razorfish é que a TV vai se misturar com a internet, tornando-se um eficiente veiculo de construçao de marcas e vendas ao mesmo tempo.

Do Luiz Alberto Marinho, direto de Cannes

Bing - share da Microsoft em busca cresce quase 3 pontos

Bing

Duas semanas após o lançamento do Bing, a Microsoft ganhou quase 3 pontos percentuais em participação no mercado de busca. Segundo números da comScore, na 1ª semana subiu de 13,8% para 15,5%. Na 2ª semana, o avanço foi menor, mas levou o Bing a 16,7% de share.

Via InternetNews

Nokia Ovi

Nokia OviNokia Ovi

Para comunicar o Ovi, um serviço que permite acessar seus arquivos no computador através do celular, a Nokia colocou em diversas universidades stickers que simulavam ficheiros saindo das paredes. Eram acompanhados do texto “Seus ficheiros em toda parte”.

Via Invisible Red

Neal Davies - “Unsexy is the new sexy” - Innovation in planning

Naked Communications

Reproduzo aqui alguns dos pontos mais interessantes da palestra “Inovação em Planejamento Estratégico”, do publicitário Neal Davies, sócio da agência Naked, de Nova York, durante o 17º Festival Mundial de Publicidade de Gramado - A Vanguarda Criativa.

Agências e clientes falharam ao continuar reproduzindo o modelo de comunicação do século XX no século XXI. Inovação em planejamento significa perguntar: por que estamos planejando? A chave está em focar no negócio, e não na propaganda. Nossa comunicação ainda é feita pela a interrupção, pela irritação. O consumidor já sabia disso em 1947, continua sabendo hoje.

Dez passos para a inovação em planejamento:
1. Planejamento inovador foge da interrupção / irritação
2. Planejamento inovador pensa de forma integrada
As agências de propaganda se preocupam apenas com o que é dito. Porém, tudo o que a marca ou a empresa faz é comunicação.
3. Planejamento inovador não vive em silos
Não segmentar a agência e/ou o cliente em departamentos fechados, que não se comunicam nem pensam em conjunto.
4. Planejamento inovador não se compromete com as atividades da agência
Se você perguntar para um açougueiro o que comer, ele vai te dizer “carne”. É assim que as agências de publicidade pensam. Se fazem anúncios, vão oferecê-los. “We must see the full picture”.
5. Planejamento inovador não se deslumbra com as novas tecnologias
É preciso fazer a coisa certa sempre, o que pode não ser bonito, mas funciona. Pode ser uma mala direta, uma ação de  relacionamento, enfim, é preciso focar no negócio, e não tão somente na comunicação.
6. Planejamento inovador não precisa ser sexy
7. Planejamento inovador entende o público consumidor
Por causa da internet, sobretudo, as marcas estão nuas diante dos consumidores. Não adianta empurrar uma imagem que não é verdadeira. Não estamos em guerra com os consumidores, temos de conquistá-los.
8. Planejamento inovador não pode ser engessado
Você não pode mudar a Comunicação Integrada para seu projeto. É o seu projeto que deve se moldar a ela.
9. Planejamento inovador é…  inovador
10. Planejamento inovador resulta em sucesso, em lucro, em crescimento da marca

Nem sempre o melhor é a tendência, a novidade. O importante é fazer a coisa certa com criatividade, mesmo que pareça careta, mesmo que isso signifique reduzir a verba de TV ou Internet. As agências insistem em propor as mesmas soluções porque têm seu faturamento atrelado a isto. O importante é entender o real problema do negócio do cliente, e propor soluções com base nisto.

A fim de oferecer as melhores soluções possíveis, sem se comprometer com outros aspectos, a Naked trabalha por job ou por fee, sem bonificação ou comissão por mídia ou produção. Neal acredite que ao libertar um profissional de seu departamento (derrubando os núcleos e setores da agência), então ele passa a estar livre para pensar sobre o todo, não se limitando a sua função específica. Para que este modelo funcione, não basta apenas conversar com o marketing da empresa, toda a empresa precisa atuar de forma integrada, todos precisam partilhar dos mesmos objetivos, e daí a importância de se ter reuniões com quem decide, e não somente o pessoal do marketing. Segundo ele ainda, bravura e inteligência são as duas qualidades fundamentais para os profissionais do futuro.

Mobile - Cresce o mercado de conteúdo

Mobile Marketing

Estimativa da Mobile Marketing Association (MMA) dá conta de que os chamados serviços de valor adicionado responderam por cerca de 10% do faturamento das operadoras móveis no ano passado. Este ano, deve-se alcançar participação próxima de 15% na receita.

“O celular é uma paixão nacional”, afirma José Reinaldo Riscal, gerente de Desenvolvimento de Negócios da Nielsen. “A grande pergunta é como as pessoas estão usando o celular.” A Nielsen ouviu 5 mil pessoas no quarto trimestre de 2008, e descobriu que, do total, cerca de 19% usam serviços de valor adicionado.

Fatores como o crescimento da terceira geração (3G) e venda de aparelhos mais sofisticados devem impulsionar esse mercado. Cerca de 16% dos consumidores só usam o celular para voz e 25% somente para voz e mensagens de texto. O restante utiliza outros recursos do aparelho, como câmera e tocador de música digital.

O público do serviço de valor adicionado é jovem, com uma distribuição bem equilibrada entre homens e mulheres. “Um quarto deles tem de 15 a 24 anos”, aponta Riscal. “Cerca de 63% tem até 34 anos.”

A pesquisa, que foi feita em 10 capitais, mostrou que São Paulo concentra 20% desses usuários, seguida de Salvador, com 14%. Entre os usuários desses serviços, 12% procuram conteúdo na internet via celular, sendo que metade deles é música.

Em segundo lugar, vêm os games e em terceiro conteúdo de entretenimento. “Ainda é pequeno o uso de redes sociais no celular no Brasil”, afirma o gerente da Nielsen. “Como as redes sociais são importantes na internet brasileira, existe um potencial grande de crescimento.”

Via O Estado de S.Paulo

Social Media Brasil

Social Media Brasil

Nos dias 5 e 6 de junho, rolou também em São Paulo um evento muito interessante, o Social Media Brasil, 100% dedicado ao marketing em redes sociais, conhecido como Social Media Marketing (SMO). Foram mais de 14 palestras e painéis proferidos por 20 profissionais da área de mídias sociais do Brasil.

Confira o site oficial e um arquivo com as palestras de caras como Fred Pacheco, do Boo-Box, e Amyris Fernandes, do IAB Brasil, entre outros.

O desafio do sms2blog

O sms2blog para quem não conhece é provavelmente o primeiro aplicativo brasileiro que permitiu postagens de mensagens via SMS diretamente no Twitter. Segundo o Luis Leão, hoje a quantidade de mensagens trafegadas pelo sistema é de aproximadamente 1000 por dia. Mas o serviço enfrenta um grande desafio que é sobreviver a um crescimento sem receita.

O sms2blog hoje recebe mensagens dos seus usuários através de um sistema desenvolvido pelo próprio Luis Leão. O volume de mensagens é razoável de forma que seria de interesse das operadoras de celular apoiar de alguma forma o sms2blog aproveitando também que o Twitter está crescendo fortemente no Brasil depois que virou “queridinha” da grande mídia.

Mas conversas com operadoras não evoluem. Elas redirecionam o interesse para as integradoras, empresas que fazem o intermédio entre quem quer usar aplicações com SMS e as operadoras. Mas as integradoras só aceitam parceiros grandes ou algum outro critério obscuro.

O sms2blog tem potencial grande de tornar-se um dos principais meios de se enviar mensagens para o Twitter pois a grande maioria dos brasileiros não dispõe de internet no celular. Seria a forma da massa poder atualizar o Twitter de qualquer lugar.

Se gerenciado da forma correta um acordo entre o sms2blog e as operadoras seria vantajoso para ambas as partes e para os novos usuários do microblog. Só para refrescar a memória, certa vez defendi que um modelo de negócios atrelado ao Twitter deveria passar pelas operadoras de celular.

Não seria a hora das integradoras e operadoras apostarem na cauda longa do SMS e diminuir as barreiras de entrada para pequenas aplicações?

Do Alexandre Fugita no Startupi