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Por que remunerar a colaboração tem sido um fracasso

Colaboração

Assim que apareceram os primeiros sinais de que os serviços colaborativos teriam grande impacto sobre o modo com que se via e vivia a Internet, muita gente imaginou que poderia ir um pouco além: remunerar usuários para que eles estivesem mais dispostos a colaborar em alguns ambientes ao invés de fazê-lo em outros.

Na Wikipedia, por exemplo, as pessoas não ganham nada para postar e gerar conteúdo. Então, se eu criasse um serviço que pagasse o usuário por isso, ele preferiria contribuir em meu ambiente em detrimento de fazer isso na Wikipedia.  Faria sentido, parecia óbvio, mas foi um fracasso.

A principal razão aí é que não foi considerada a única grande variável que importa nessa questão: o comportamento humano.  Quando falamos de colaboração espontânea na web, estamos em uma esfera compotamental totalmente diferente de quando estamos sendo remunerados. Em geral, aceitamos perfeitamente realizar alguma tarefas gratuitamente simplesmente por um prazer social, como ajudar um vizinho em apuros, um desconhecido na rua. Isso nos torna “superiores†e de alguma maneira, torna a sociedade em débito conosco. Mas quando somos remunerados por isso, acionamos algum mecanismo que não nos permite fazer a mesma coisa sem que passemos por um filtro de avaliação de “trabalho vs remuneraçãoâ€. O prazer, o senso de superioridade e débito desaparecem completamente e então entramos em um campo onde a remuneração de inexistente, passa a precisar ser alta o suficiente para que justifique nosso trabalho.

Em outras palavras, ou se paga muito, ou não se paga nada. E, de fato, a maioria dos serviços que tratam com remuneração da colaboração estão passando, de promessa inquestionável, ao fracasso inevitável. Essa e outras idéias de como alguns mecanismos humanos funcionam, bem ilustrados, com diversos exemplos e experimentos, estão no livro de Dan Ariely: Previsivelmente Irracionail.

Do blog do Renato Shirakashi

Citi Field – mídia social em estádios

Citi Field

Em um projeto pioneiro para conectar os fãs que freequentam estádios, agumas iniciativas começam a acontecer no Citi Field, estádio do time de baseball New York Mets. E tudo com o apoio de marcas parceiras: a Xerox está patrocinando o Citi Field’s Fan Fotos, que exibe no telão uma apresentação de fotos tiradas pelos presentes com seus telefones com câmera. Já a operadora Verizon lança enquetes cujos resultados são visualizados em tempo real. A empresa txtstation desenvolveu o sistema.

Projetos similares estão começando a aparecer em todos os tipos de espaços públicos: shows, clubes, centros comerciais, como forma de aproveitar a conectividade móvel e fazer com que os consumidores possam interagir. E tudo indica que vem muita coisa boa por aí.

Via Paula Rizzo e Springwise

The Guardian – bloggers para cobertura de notícias locais

The Guardian

O grupo inglês Guardian News & Media vai contratar bloggers para fazer a cobertura de eventos e fatos importantes em comunidades locais. O projeto, que vai abranger inicialmente as cidades de Cardiff, Leeds e Edinburgo, deve estrear em 2010. O anúncio de emprego procura criadores de conteúdo multimídia e afirma – “uma qualificação tradicional em jornalismo é desejável, mas não essencial”. A iniciativa aposta no alcance e profundidade da cobertura de sites e blogs locais.

Da Débora Schach, ex-redatora da Fire Multicom, no Blue Bus

2º New Brand Communication em SP

New Brand Communication

Entre os dias 20 e 22 de outubro acontece em São Paulo a segunda edição do New Brand Communication, um evento para discutir os novos rumos da comunicação com os  fundadores e principais executivos de algumas das mais inovadoras e bem-sucedidas agências mundo afora. Já confirmaram presença alguns representantes de peso como Benjamin Palmer (The Barbarian Group), Matt Smith (The Viral Factory), Mike Geiger e Will McGuinness (Goodby, Silverstein & Partners), Engin Celikbas e Richard Willian Walker (KesselsKramer) e Ivan Askwith (Big Spaceship), entre outros.

A agenda completa pode ser acessada aqui, bem como os custos e pacotes especiais (com um desconto de 30% para quem fizer a inscrição até este sábado e 50% para associados da AMPRO, ABRADI, IAB, ABA e Grupo de Planejamento).

MaxiMídia 2009 – Mídias sociais exigem presença autêntica das marcas

MaxiMídia 2009

Construir uma presença relevante a partir de uma base autêntica é o grande desafio para as marcas nas mídias sociais. Esta é a opinião de Mike McGraw, da nova-iorquina Bigfuel, um dos palestrantes do MaxiMídia nesta quarta-feira, 07. “O que pedimos é que as empresas não mintam. E, se tiverem algum problema, que digam o que estão fazendo para resolvê-lo”, sugeriu.

Para ele, um dos pontos mais críticos é o da relevância. “A grande batalha é fazer a história dos produtos ir para a esfera de atenção das pessoas e com elas interagir”, salientou. O problema é conseguir driblar o congestionamento na disputa pela atenção dos consumidores. “Nos últimos 30 anos o total de mensagens que mencionam marca as quais está exposto um indivíduo saltou de 500 para 5 mil por dia”, comparou.

Na opinião de McGraw, a equação fica ainda mais complexa quando se considera que grande parte – metade, segundo ele – das campanhas em mídia social fracassou e algumas empresas estão proibindo ou limitando o envolvimento de seus funcionários e colaboradores.

Entre os principais pecados das campanhas de mídia social listados por McGraw estão o de “fantasiar a publicidade de conteúdo gerado pelo consumidor”. “Ninguém cai nessa”, alertou, condenando a “colocação forçada de produtos” em contextos nem sempre pertinentes à marca. Além dessas, a falha fatal seria “esperar que os consumidores se importem com a agenda das marcas”.

Citando exemplos de fracassos do mercado norte-americano, McGraw adotou um tom de aprendizado e não, simplesmente, de crítica: “Não estou chicoteando as empresas que passaram por isso, muito pelo contrário, eu até as aplaudo. Como elas foram pioneiras, aprenderam lições importantes e ensinaram todos nós o que não devemos fazer”.

Ainda analisando a realidade norte-americana, McGraw considerou que a revolução da mídia social já aconteceu. Diante disso, recomenda às marcas: “É preciso estar lá, ser relevante e útil”.

Participando do seminário como debatedor, João Daniel Tikhomiroff, presidente da Mixer, falou sobre as fronteiras entre o entretenimento de marca e a mídia social no Brasil. “Nosso mercado é atípico. Sua condição diferenciada, que se manterá não sei por quanto tempo, facilita o trabalho da mídia”, comentou.

Questionado pelo moderador Daniel Chalfon, diretor de mídia da MPM, sobre quais as melhores maneiras de calcular o retorno sobre o investimento nas mídias sociais, McGraw disse que a boa notícia é que estão surgindo ferramentas mais refinadas de monitoramento.

Segundo ele, como há centenas de maneiras de mensurar o retorno, que vão da lembrança de marca até o “clique aqui”, é preciso definir, em comum acordo entre agência e anunciante, quais variáveis serão levadas em conta. Para complementar, ele sugere que a presença nas rede sociais não seja restrita, mas sim integrada.

Como as mídias sociais expõem as marcas a falarem, mas também a ouvirem, McGraw disse que ao ser detectado um problema a marca deve entrar na conversa para entendê-lo melhor. “Mesmo as empresas que estão surpresas ou amedrontadas devem participar das conversas, senão não vão entender as mídias sociais”, alertou.

Gleydis Salvanha, diretora de mídia da Y&R, concordou que as empresas precisam se engajar, ser transparentes e estarem prontas para ouvirem o que não querem. Ela lembrou ainda que a maioria das marcas não começa um relacionamento do zero nas mídias sociais. “Há um estoque construído nos meios tradicionais”, ressaltou. Para ela, existem três palavras mágicas para reger a postura das marcas nestes ambientes: relevância, conteúdo e engajamento.

Por Alexandre Zaghi Lemos, direto do MaxiMídia 2009

Goodby, Silverstein & Partners cria Asylum 626 para Doritos

Seguindo o grande sucesso de Hotel 626, a agência Goodby, Silverstein & Partners lança o Asylum 626, uma nova experiência online assustadora e aterrorizante para Doritos. Com produção da B-Reel, o site traz novamente vídeos em primeira pessoa, dividos em fases onde você tem objetivos a cumprir, tudo muito bem produzido. O projeto se utiliza de interações via microfones e webcams além de fazer integração com o Facebook e Twitter. Confira abaixo o trailer de divulgação.

Puma Index – aplicativo para iPhone

Puma Index

A Puma lançou um aplicativo para iPhone que mostra uma modelo que faz striptease se o mercado de ações está em queda. O Puma Index é uma iniciativa para divulgar a linha Puma Bodywear, de roupa íntima. A criação do aplicativo é da agência Droga5.

Via Brand Republic

Ralph Lauren – Make Your Own iPhone App

Ralph Lauren - Make Your Own iPhone App

Ralph Lauren - Make Your Own iPhone App

A Ralph Lauren é uma das marcas que mais esforços tem feito para situar-se na vanguarda tecnológica do mercado de luxo. A marca já trilhou o caminho do comércio eletrônico, dos celulares, QR codes e vitrines interativas. Na última quarta-feira, a marca lançou o “Make Your Own iPhone App” em sua loja loja de Greenwich Village. O aplicativo, disponível na iTunes Store , permite aos consumidores criarem sua camisa Rugby diretamente de seus iPhones e de vitrines interativas em algumas de suas lojas. Nele é possível personalizar as cores, padrões e inscrições, em seguida, comprar a camisa, enviar/publicar no Facebook ou simplesmente salvar, podendo compartilhar em uma galeria pública (onde se pode navegar e olhar a criação dos outros). O aplicativo permite ainda ver como a camisa ficaria no corpo fazendo o upload de uma foto sua. É possível mudar o seu tom de pele ou o seu penteado agitando o telefone.

Via PSFK e Paula Rizzo

Conference Board – 1/4 dos americanos assiste programas de TV na internet

Cerca de 25% das famílias americanas estão assistindo programas de TV na internet, segundo dados do Conference Board. Há um ano, o percentual era de 20%. Dos americanos assistindo TV na web, 43% vêem notícias e 35% assistem a seriados (sitcoms ou dramas). Menos de 20% vêem reality shows e 18% assistem a esportes. 90% dos usuários que trocam o televisor pela internet fazem isso em casa e apenas 10% vêem no trabalho.

Via Los Angeles Times

Socialnomics – Social Media Revolution

Erik Qualman reuniu todos os argumentos sobre mídia social em um vídeo para promover seu livro Socialnomics . O livro fala sobre o quanto as mídias sociais estão transformando o modo como vivemos e fazemos negócios. O vídeo “Social Media Revolution†mostra a dimensão dessa evolução. Argumentação suficiente pra acabar com aquela história de “bolha 2.0″. s confetes e serpentinas para social media parecem não ter fim. Só ficam atrás das inúmeras matérias e pesquisas sobre o Twitter que, cá pra nós, já encheram a paciência. Outra coisa que saturou é a tal da “web 2.0″, um termo criado para mostrar a evolução na forma de se relacionar e utilizar a internet e que já demorou para cair em desuso.

Via Update or Die