Um comercial para o Internet Explorer 8 que mostra uma mulher vomitando foi tirado pela Microsoft de seu canal no YouTube e do site do IE8. A companhia decidiu suspender a veiculação depois de reações negativas de consumidores. O filme, no entanto, continua online.
A colaboração chegou ao núcleo editorial infantil. A Pinguin Books, por exemplo, maior editora de livros do Reino Unido, acabou de lançar um projeto online chamado “We Make Stories“, focado em um público infantil (crianças de 6 a 11 anos de idade). Um forte apelo à precoce “Geração Conteúdo”. O site permite que os usuários criem e montem os seus próprios storybooks virtuais e historinhas personalizadas. Os pais podem registrar os filhos no site para facilitar o acesso das crianças. Em seguida elas podem começar a criar seus storybooks e compartilhar as historinhas com outros usuários. O site, que conta com um simpático layout e navegação simplificada, ainda faz uma seleção temporária dos melhores trabalhos criados pelos usuários. Sem dúvida, uma grande sacada.
A marca Smirnoff, da Diageo, decidiu abraçar de vez uma comunicação atitudinal. Fugindo do imaginário e do discurso de pureza que permeia a comunicação da categoria, acabou de lançar uma campanha para mobilizar os seus consumidores para compartilhar experiências de vida. Com um comercial criado pela JWT de NY, convida o consumidor a interagir no site there.smirnoff.com, baixando conteúdos e relatando experiências incrÃveis que eles se orgulharam de estar presentes.
A Crispin Porter + Bogusky lançou um novo site, em beta.cpbgroup.com. É, na verdade, um agregador de conteúdo sobre a agência e seus clientes publicado por usuários da internet em diferentes plataformas (Twitter, blogs, sites de notÃcias, YouTube…). Nao há filtros - segundo Bogusky, entrando o que for positivo e negativo. No video abaixo, Bogusky explica a ideia (acesse o site antes de ver o vÃdeo porque vai fazer mais sentido).
O projeto consistiu em uma leitura colaborativa do livro Dom Casmurro, de Machado de Assis. A obra foi dividida em mil partes, cada uma lida por uma pessoa diferente, que gravava sua leitura no site. Segundo a agência, a mÃdia espontânea gerada pelo Mil Casmurros pode ser calculada em 6,7 milhões de dólares. Abaixo, você pode conferir o video-case do projeto.