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The Global Social Media Check-up – Como as 100 maiores empresas do mundo utilizam as mídias sociais

The Global Social Media

A Burson-Marsteller lançou recentemente a edição 2010 do estudo que descreve a maneira como as 100 maiores empresas do mundo (em receita), segundo o ranking da revista Fortune, utilizam as mídias sociais. Foram 48 empresas da Europa, 29 dos Estados Unidos, 20 da Ãsia e 3 da América Latina. Os dados foram coletados entre novembro de 2009 e janeiro de 2010. O resultado é bem interessante.

Segundo a pesquisa:

• 79% das empresas utilizam pelo menos uma plataforma de mídia social. A maior incidência é na Europa, com 88%, seguida pelos EUA, com 86%. A Oceania é onde houve a menor incidência, com a presença de apenas 50% das empresas. Apenas 20% utilizam as 4 plataformas avaliadas (Twitter, Facebook, Youtube e blogs corporativos).

• A plataforma mais utilizada é o Twitter, com presença de 65%. Logo em seguida, vem o Facebook (54%), Youtube (50%) e blogs corporativos (33%).

Twitter

• Das empresas que utilizam a ferramenta (65%), a média é de 4,2 contas, sendo que empresas como AT&T, Nokia e Samsung possuem pelo menos 15.

• Das européias e norte-americanas, mais de 70% utilizam o serviço de microblogging. A menor afinidade está entre os asiáticos (40%), que utilizam, principalmente, para se comunicar com seus stakeholders ocidentais.

• A média de tweets é de 27 por semana e 38% das empresas reponde às micropostagens de outros usuários.

• A média de seguidores por empresa é de 1.489, e a de pessoas seguidas é de 731.

Facebook

• Menos popular do que o Twitter (54%), o Facebook tem maior aderência nos EUA, onde 69% das empresas possuem uma fan page.

• Apenas 59% das empresas presentes no Facebook mantém suas páginas ativas, com uma média de 3,8 posts por semana.

• O números de seguidores é maior do que o do Twitter. A média é de 41.000 seguidores nas fan pages das 100 maiores empresas.

YouTube

• Metade da amostra tem um canal no YouTube. Entre as norte-americanas, 59%, e entre latino americanas apenas 33%.

• 68% das que possuem um canal possuem atividade freqüente. A média é de 10 vídeos ao mês.

• Os vídeos postados por essas empresas tem, em média, 40.000 views por mês.

Blogs Corporativos

• Apenas 1/3 das 100 maiores possui blog corporativo. O número cresce entre as asiáticas, com 50% e cai entre as européias, com apenas 25%.

• A média de posts mensais é de 7. Entre os asiáticos – que mais utilizam o serviço – é de 14.

Confira os resultados do estudo logo abaixo:

Via CHMKT

Grasshopper – Vai pular os comerciais?

A empresa norte-americana Grasshopper descobriu que 70% dos telespectadores que usam DVR pulam os comerciais da TV. Descobriu ainda que, quando fazem isso, as pessoas concentram sua atenção no centro do monitor.

Pensando nisso, criou um filme em que seu mascote aparece exatamente no meio da tela, sem se mexer uma vez sequer durante todo o comercial.

Via Blue Bus

Pesquisa – Classes D e E gastam + que A e B

Nos últimos 12 meses até setembro deste ano, as classes D e E das regiões Norte e Nordeste do país gastaram R$ 8,8 bilhões com uma cesta de alimentos, produtos de higiene pessoal e limpeza. Essa cifra é 5% maior que a desembolsada pelas camadas A e B (R$ 8,4 bilhões) que vivem no Sudeste do país no mesmo período com esses itens, revela estudo exclusivo da LatinPanel.

Em igual período do ano passado, a situação era exatamente inversa: o gasto das camadas que compõem a base da pirâmide social no Norte e Nordeste com bens não duráveis havia sido 5% inferior ao das classes A e B do Sudeste. Os dados da pesquisa foram obtidos a partir de visitas semanais a 8,2 mil domicílios para auditar o consumo de 65 categorias de produtos.

No Norte e no Nordeste, há 6,9 milhões de lares que recebem até quatro salários mínimos (R$ 1.860) por mês, o que corresponde a 40% do total de famílias das classes D e E do país. Já as classes A e B somam 4,9 milhões de domicílios no Sudeste ou 45% dos lares desse estrato social do Brasil. Essas famílias têm renda mensal superior a dez salários mínimos (R$ 4.650).

Via O Estado de S.Paulo

Beauty Barometer – L’Oreal sobre os hábitos de beleza na recessão econômica

L'OREAL USA 100TH ANNIVERSARY LOGO

No ano de seu centenário, a gigante dos cosméticos L’Oreal encomendou uma pesquisa sobre os hábitos de beleza durante a recessão econômica. A pesquisa “Beauty Barometer” foi realizada com 4 mil mulheres nos EUA e em 4 países europeus e fez algumas constatações interessantes.

Provando que a beleza é à prova de recessão, 9 em cada 10 mulheres nos EUA e Europa não relataram nenhuma mudança no volume consumido de maquiagem. Mas houve uma mudança no comportamento de consumo – 4 em cada 10 mulheres norte americanas estão usando tons mais neutros e um estilo de maquiagem mais natural do que antes do início da crise.

A economia também parece não impactar no tratamento dos cabelos. De acordo com a pesquisa, 63% das mulheres não pretendem sequer adiar cortes de cabelo para poupar dinheiro. Muitas delas afirmam que a aparência é fundamental não só para a auto-imagem como também profissionalmente. O que a pesquisa não aponta, ou pelo menos não divulgou publicamente, é se está havendo uma mudança para produtos mais básicos ou marcas mais baratas.

Via Paula Rizzo

8ª Pesquisa Marcas de Confiança

A 8ª Pesquisa Marcas de Confiança, estudo realizado pela Revista Seleções e pelo Ibope Inteligência, apurou que a Nestlé, como nos dois últimos anos, foi a marca de maior confiança dos brasileiros (18%). O estudo identificou ainda marcas de confiança para determinados produtos e serviços, num total de 42 categorias, além da marca mais socialmente responsável do país e as personalidades, profissões e organizações as quais os leitores da Revista Seleções mais confiam.

Roberto Justus (50%) foi apontado como o publicitário mais confiável. Na categoria Responsabilidade Social, a Petrobras (14%) e a Natura (13%) tiveram empate técnico e, na classificação por categorias, Omo (80%), Kibon (76%), Visa (60%) e Colgate (59%) são as que apresentaram índices de aprovação mais alto em comparação com os demais vencedores.

A Revista Seleções vai realizar o evento de entrega dos troféus aos vencedores no dia 04 de agosto, em São Paulo, em evento para empresários, publicitários, formadores de opinião e imprensa, e que vai contar com a palestra do sociólogo Fernando Henrique Cardoso sobre o tema “confiança”.

Confira abaixo os resultados da pesquisa:

PESQUISA MARCAS DE CONFIANÇA 2009

A marca mais confiável do Brasil: Nestlé (18%)

A marca mais socialmente responsável no Brasil: Petrobras (14%) e Natura (13%)

Categorias:

Automóvel: Chevrolet (24%) e Fiat (24%) – empate técnico
Eletrodomésticos: Brastemp (54%)
Aparelhos eletrônicos: Sony (36%)
Telefone celular: Nokia (43%)
Computador: Dell (22%)
Banco: Banco do Brasil (34%)
Cartão de crédito: Visa (60%)
Previdência privada: Bradesco (22%) e BrasilPrev (19%) – empate técnico
Companhia de seguro: Porto Seguro (25%)
Assistência médica: Unimed (53%)
Companhia aérea: TAM (48%)
Provedor de internet: UOL (24%)
Operadora de telefonia móvel: Vivo (34%)
Operadora de telefonia fixa: Oi (43%)
Vitamina: Centrum (12%)
Analgésico / Comprimido contra a dor: Dorflex (15%), Anador (14%) e Tylenol (13%) – empate técnico
Creme dental: Colgate (59%)
Sabonete: Dove (28%) e Lux (24%) – empate técnico
Shampoo / Condicionador: Seda (26%)
Maquiagem: Avon (36%)
Creme para pele: Natura (27%)
Protetor solar: Sundown (37%)
Tintura para cabelo: L’Oreal (23%)
Absorvente: Sempre Livre (35%)
Sabão em pó: Omo (80%)
Detergente líquido para louças: Ypê (45%)
Óleo comestível: Liza (31%)
Margarina: Qualy (33%)
Suco concentrado ou pronto: Maguary (21%) e Ades (19%) – empate técnico
Café: Melitta (18%) e Pilão (18%) – empate técnico
Adoçante: Zero Cal (46%)
Refrigerante: Coca Cola (57%)
Chocolate: Nestlé (44%)
Sorvete: Kibon (76%)
Iogurte / Bebida láctea: Danone (31%)
Cereal matinal: Kellogg’s (41%)
Ração para animais domésticos: Pedigree (26%)
Hipermercado: Extra (19%) e Carrefour (19%)
Bandeira de posto de gasolina: Petrobras (47%)
Tinta para pintura de parede: Suvinil (57%)
Cama, Mesa e Banho: Teka (35%)
Utensílios domésticos: Tramontina (37%)

Instituições, profissões e personalidades

Instituições / Organizações do Brasil: Correios (85%)
Profissões: Bombeiros (97%)
Jornalistas: Ana Paula Padrão (85%)
Apresentadores: Marília Gabriela (76%) e Patrícia Poeta (76%)
Artistas: Tony Ramos (91%) e Lima Duarte (91%)
Cantores: Chico Buarque (80%)
Autores de Livro: Dráuzio Varella (89%)
Esportistas: Lars Grael (92%)
Executivos: Alessandro Carlucci, da Natura (77%)
Publicitários: Roberto Justus (50%)
Outros: Deus (98%)

Fonte: CCSP

As Marcas mais Valiosas do Brasil

A mais recente edição do estudo As Marcas mais Valiosas do Brasil, realizado em parceria entre a revista IstoÉ Dinheiro e BrandAnalytics/Millward Brown traz o Bradesco, segundo maior banco privado do país, no topo do ranking. Pela terceira vez consecutiva, a instituição financeira leva o título de “Marca mais Valiosa do Brasil”, com base em dados financeiros de 2008.

A marca foi avaliada em R$ 12,06 bilhões, valor 9% superior ao do ano anterior. O resultado ainda coloca o Bradesco como a primeira companhia brasileira a figurar no ranking de marcas globais, elaborado pela MillwardBrown e divulgado na semana passada pelo Financial Times.

A versão local do levantamento avaliou marcas de 160 companhias brasileiras de capital aberto. Somadas, elas valem cerca de R$ 76 bilhões. As 40 primeiras representam mais de 80% desse montante. Entre os dez setores avaliados pelo estudo, apenas os bancos apresentaram crescimento no valor de suas marcas. Juntas, elas valem 11,3% a mais do que em 2007.

As três primeiras posições do ranking ficaram com instituições financeiras. Todos os demais segmentos registraram variação negativa. A BrandAnalytics/Millward Brown também identificou a marca de sabão em pó Omo como “a mais querida” entre os brasileiros. Confira abaixo o ranking das 40 marcas mais valiosas do Brasil e, neste link, o estudo completo:

1 – Bradesco
2 – Itaú
3 – Banco do Brasil
4 – Skol
5 – Natura
6 – Petrobras
7 – Brahma
8 – Antarctica
9 – Unibanco
10 – Perdigão
11 – Vivo
12 – Oi
13 – Porto Seguro
14 – BM&FBovespa
15 – Vale
16 – TAM
17 – Sadia
18 – Embratel
19 – NET
20 – Lojas Americanas
21 – Embraer
22 – Ipiranga
23 – Gol
24 – Cyrela
25 – Extra
26 – Havaianas
27 – Pão de Açúcar
28 – Amil
29 – Lojas Renner
30 – Gerdau
31 – Bombril
32 – Weg
33 – Ultragaz
34 – Localiza
35 – Batavo
36 – SulAmérica
37 – Anhaguera Educacional
38 – Shopping Iguatemi
39 – Gafisa
40 – Usiminas

Via CCSP e IstoÉ Dinheiro

Pesquisa diz que web contribui para desenvolvimento de jovens

MySpace

Um projeto que ouviu mais de 800 adolescentes nos EUA concluiu que navegar pela internet, jogar online ou participar de sites de relacionamento é importante para o desenvolvimento dos jovens. O relatório contrasta com a opinião de muitos pais e professores de que esses tipos de atividades online são uma perda de tempo. O projeto de pesquisa do uso do tempo online pelos adolescentes durou três anos. “Eles estão adquirindo habilidades tecnológicas e conhecimentos necessários no mundo contemporâneo”, afirmou a autora do relatório, Mimi Ito, pesquisadora do Departamento de Informática na Universidade Irvine, da Califórnia. O estudo, chamado Projeto Juventude Digital e patrocinado pela Fundação MacArthur, é parte de um programa de US$ 50 milhões sobre mídia digital e aprendizado. No período do estudo, os pesquisadores observaram os usuários por mais de 5 mil horas.
Para a pesquisadora, o contato online com amigos por meio de sites de relacionamento como MySpace, Facebook e Orkut é como os adolescentes “ficam juntos” atualmente, em comparação com locais públicos como shoppings, ruas e parques. A pesquisadora também afirma que a internet dá a um grupo de adolescentes a oportunidade de explorar sua própria criatividade e “mergulhar profundamente em um assunto”.
Confira na íntegra aqui.

Davie Brown Index – as celebridades na propaganda

Mario

Celebridades apareceram em 14% das peças publicitárias no ano passado nos EUA, segundo um levantamento da empresa de pesquisa Millward Brown, citado pelo New York Times. O auge da participação de famosos na propaganda foi registrado em 2004, quando o índice chegou a 19%. Ainda, segundo a pesquisa, as celebridades mais poderosas para a publicidade americana são Tom Hanks, Will Smith, Michael Jordan, Morgan Freeman e George Clooney – os 5 primeiros do ranking Davie Brown Index, que mede, entre outros fatores, influência e capacidade de lançar tendências.
A pesquisa também descobriu que os personagens de videogame Mario e Pac-man são considerados os verdadeiros heróis para muitos consumidores norte-americanos (?), exercendo mais apelo do que celebridades como os atores Matt Damon, Ashley Judd, Ben Affleck e o jogador de basquete Michael Jordan.

O que é um scuppie?

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Scuppie é a sigla para Socially Conscious Upwardly-mobile Person (pessoa socialmente consciente e antenada nas novidades tecnológicas), uma espécie de eco-geek abastado.

Trocando em miúdos, são aqueles que prezam a qualidade de vida, seguem a moda, viajam, adotam novas tecnologias e preocupam-se com dinheiro ao mesmo tempo em que se importam com o meio-ambiente e as causas sociais.

O termo foi criado pelo americano Chuck Failla, empresário do setor financeiro em Nova York. E trata de um mix de Hippies e Yuppies.O site Scuppie.com elucida um pouco mais o assunto. E traz ilustrações divertidas, como a acima, na seção graphics. Direto do Blog do GP.

Eco percepção

A consultoria norte-americana CI – Conscientious Innovation lançou o seu Shift Report, sobre as percepções de sustentabilidade do consumidor de lá. Entre os resultados que valem a pena destacar:

1 – Os consumidores ainda não estão reconhecendo a responsabilidade social nas empresas. Julgam importante para as empresas ser socialmente responsável, mas têm dificuldades para citar quem o é de fato. Duas das maiores empresas, GE e Wal-Mart, que investem pesado em RP e publicidade para convencer sobre o seu lado verde, são reconhecidas apenas por 19% dos consumidores.

2 – Os consumidores estão espertos demais para serem convencidos apenas por publicidade (vide o perfil do turboconsumidor) e estão invetigando outras áreas para se certificar de que a empresa e o produto são verdes mesmo, como o design do produto (65%), a embalagem (64%), a produção ser local ou a venda ser feita por um negócio com base local (57%).

Ou seja, fica claramente demonstrado, a julgar os resultados dessa pesquisa, que é preciso provar o que se afirma ser, e que se uma empresa vai dizer alguma coisa , ela tem que sustentar a sua afirmação com evidências de peso. Direto do ODESBLOG